ALZHEIMER PODCAST

pra esquecer das coisas ruins, pra lembrar das coisas boas

MARY O AND THE PINK FLAMINGOS

Surf-punk psicodélico do jeito que diabo gosta

PAQUETÁ

O fino do surf music underground

30.11.11

Discharge - Tributo(2011)



E aí negadis, tudo na paz de cristo? Pois é, venho aqui postar uma belezura de registro lançado esse ano aqui nessas terras tupiniquins, falo de um honrado tributo à uma bandas mais expressivas do punk/d-beat mundial, um tributo nacional ao Discharge. Se você gosta de ficar gritando "waaaaaaaar" em tudo que é canto que vá, anda com calças pretas coladas repletas de patches, jaqueta de rebite com logos quase indecifráveis de bandas punks, ama aquela bateria "cavalo manco" (característica forte do estilo), não gosta de tomar banho, entope o cu de álcool e drogas de péssima qualidade, pois bem meu nêgo, isso se deve muito à essa banda punk formada em 77 e criadora do estilo d-beat. Bandas nacionais do naipe de Ação Direta, Lobotomia, Scum Noise, A.R.D, Besthöven e outras destilam seus venenos com cantigas marcantes do Discharge em versões bem originais. Aqui da cidade o Corja, Death From Above e o Desastre dividem faixas com as demais orquestras. São 27 cantigas e uma justa e foda hoemnagem à uma das bandas mais inportantes e influentes do cenário underground mundial. Abaixo segue a relação das cantigas, beyjos meus amores!

Track List:

1 - Whipstiker - Fight Black
2 - Death From Above - War's No Faitytale
3 - Unfit Scum - Always Restrictions
4 - Disarm - Religion Instigates
5 - Apokalyptic Raids - Descontrol
6 - Skarnio - Its No TV Sketch
7 - Chaka - Never Again
8 - Subcut - Two Monstrous Nuclear Stockpiles
9 - Murro No Olho - Does This System Work
10 - Gritos de Alerta - Why
11 - D-Ecreäsing Life - Maimed And Slaugthered
12 - Living Hell - Is This To Be
13 - Karne Krua - Massacre Of Innocents
14 - Social Chaos - Hear Nothing See Nothing Say Nothing/The Possibility Of Life's Destruction
15 - Terror Revolucionário - The Nightmare Continues
16 - Final Trágico - The Final Bloodbath
17 - Os Maltrapilhos - Protest And Survive
18 - Escöria - Meanwhile
19 - A.R.D. - Cries Of Help
20 - Nuclear Fröst - The End
21 - Scum Noise - State Violence, State Control
22 - Armagedom - Doomsday
23 - Desastre - The Price Od Silence
24 - Besthöven - Born To Die In The Gutter
25 - Lobotomia - The More I See
26 - Corja - Anger Burning
27 - Ação Direta - A Look At Tomorrow/You Deserve Me

Download:
Discharge - Tributo(2011)

28.11.11

Resultado do Sorteio Tosco Chorumeiro

O vencedor do "Sorteio Tosco Chorumeiro" foi o raparigo Pedro Viana. Obrigado à todxs que enviaram os flyers e até a próxima cabarezágem. Abaixo o ranking dos 5 primeiros que enviaram os cartazes:

1º Pedro Viana - 35
2º Jorge Silva - 21
3º Cainã - 10
4º Mauro HC - 8
5º Oloares - 6

25.11.11

HC-137 - ...Do passado apenas o futuro...(2003)






Rapaziada, é o seguinte, isso aqui é um post resgatado, vamos fazer isso com algumas postagens que achamos que merecem um carinho especial, melhorar(ou piorar) os textos e dar mais visibilidade para a banda em questão. Pra começar, venho através deste mostrar-lhes o HC-137, banda lendária aqui da capital, formada em 1988 sob as influências do punk e do acidente radiológico ocorrido aqui em Goiânia em 1987, aliás, o nome da banda significa Horrores do Césio 137, retratando em um nome a realidade da época na cidade. Considerado o maior representante do underground goiano até os meados da década de 90( e para mim ainda é!), o conjunto tem um grande respeito dentro da cena punk/hardcore nacional. A banda possui alguns registros e vou resgatar o último registro dos bonitos, "...Do passado apenas o futuro..." foi lançado em 2003, contendo 6 cantigas rápidas, fortes e bem gravadas. "Tati La Boqueteira", "Horrores Do Césio" são clássicos que acompanha essa bolachinha, e é uma boa oportunidade pra você conhecer uma ótima e importante banda do cenário, ainda mais se tu é daqueles raparigos que amava quando mais novo comer a pior merenda escolar oferecida pelo Estado, falo do mingau, alimento que cerca de 98,17% das crianças repudiava, enquanto tu, querido jovial tosco, lambia umas 7 daquelas vasilhas azuis com a logo do Mec, sorrindo, lambuzando camiseta e rosto. Pois bem, esse registro é bem pra você, guerreiro legendário, ouça no carro, no ônibus, em casa, no banheiro... Viva sempre ao HC-137!!!



Myspace: HC-137

Download:

21.11.11

Kill Fashion Hippies - Demo(2011)






É powerviolence cabra da peste, doido e agitado que nem enxame de abelha arapuá, tô falando dos lyndos do Kill Fashion Hippies, bandita formada em meados de 2010 em Brasília-DF. Com o intuito de propagar ideias libertárias, o combate a intolerância aliada à música rápida, os bonitos soltaram recentemente sua primeira demo, contendo 9 cantigas rapidíssimas e com uma qualidade muito boa de gravação. Talvez você sinta em certas horas influências do hardcore oitentista americano e na maioria das vezes tu irá perceber que bandas como Spazz, Jazzus e Apathetic Ronald Mcdonald são inspirações nítidas no som dos bacharéis. Registro muito foda e compensa ter ele de forma física, virtual, surrupiado de algum infame ou de algum outro meio legal ou ilegal para se chegar até essa bolachinha delícia. E se você, por conta da idade, drogas ou o que for sempre perde as coisas e nunca consegue achar, vou passar uma simpatia lynda para que tu não tenha mais esse lapso na mente: Coloque um copo de boca para baixo sobre uma mesa e diga: "Enquanto não encontrar essa porra, não desviro esse copo.". Quando encontrar o objeto perdido, desvire o copo e dance em círculo músicas tradicionais portuguesas. A parada funciona. Beyjos!


Myspace: Kill Fashion Hippies

Download:
Kill Fashion Hippies - Demo(2011)

17.11.11

O legado de Joaquim Extremo (sobre)vive

E aí negadis, tudo na paz de sempre? É o seguinte, no último sábado, 12 de novembro, estava eu saindo de minha hype aulinha de inglês e indo passar o dia com a melhor pessoa que existe. Comidéx, bombons, filmes e eis que recebo uma ligação de meu querido irmão, o mesmo me chamava para ir em Brasólia, pois mais tardinha daquele dia iria rolar o Caga-Sangue Thrash. Pra quem não conhece, esse lyndo evento existe desde 2004, com o seu primeira edição sendo realizada no saudoso Bar dos Encontros e chegando nessa edição 2011, com o Círculo Operário do Cruzeiro Velho, como o local que iria abrigar as centenas de peões e desviadas. Pois bem, a felicidade e ansiedade bateu imediatamente com a possibilidade real de ir de encontro à pessoas feias, sem classe e que gostam de música rápida, por outro lado, batia um desapontamento por deixar deixar de estar junto por algumas horas com a pessoa mais incrível que existe desde uns tempos pra cá em minha tosca vida. Pois bem, parti, com destino à capital do país, epicentro em que se situa xs maiores pilantras dessas terras. Conversas, risadas, pausa para rangar no Jerivá e eis que chego ao nobre local da cabarezágem. Clima bom, pessoas boas, cerveja gelada e Adelino Nascimento comendo solto no meu celular. Perambulei pelas dependências do local, senti cheiro de erva que polícia militar oprime na USP e em tantos outros lugares e becos desse país, senti o aroma podre dxs seres que por ali andavam e também senti o odor de bosta seca de mengingo bebâdo pairando pelo ar. A primeira impressão já foi boa por demais pra mim e a noitóla só estava começando. Muita coisa boa era de acontecer por ali, pensava eu, então parti para o ataque e de cara já havia pisado em merda de gato estrupiado, ou seja, realmente a noite começava boa pra mim!

Pois bem, as oferendas para Iemanjá começara com a novíssima banda de Manga(Gracias Por Nada) e Poney(Violator, Ameça Cigana..), soltando um hardcore/punk bem aos moldes oitentistas. Cidade Cemitério, nome do querido conjunto de música, conseguiu sacolejar os ossos dxs
infelizes que por ali estavam, alguns correndo com fumaça de cor pelas dependências do Circulo Operário, outros soltando bombinhas de São João e outrxs simplismente observando o show, trocanndo ideia ou usando tóxico que mamãe não gosta. Apresentação bonita dos bacharéis e a certeza que a noitóla seria boa só aumentava cada cantiga gritada, a cada raparigo descontrolado que sacolejava a juba do naipe de brinquedo do ITA que causa vômito.

O Tirei Zero, banda daqui da cidade, se preparava para subir ao palco do Circulo, enquanto minha pessoa roletava entre as banquinhas com os produtos expostos. Eram camisetas, adesivéx, patchs, rango natureba, discos, cds, pessoas feias e sem classe. Voltei para o meu querido posto, lugarzim de bouéx, perfeito para ver as apresentações, sem ser atingido com cutuveladas ou algo do tipo, aliás, tinha um raparigo
com porte físico um tanto avantajado, visual Suicidal Tendencies de luta livre que passava medo e apreensão à todxs nas rodas, a cada tentativa de mosh em vão. Enfim, a cambada pequizeira começava o baile da terceira idade, com Pedrinho e Bruno muito empolgados, como de praxe. Júlio, alimentando-se com as baquetas e desvinculando-se totalmente da lembrança faceira com o "muxibento" Marcelo Camelo. André, o pai sabedoria da banda, colocando os mestres das guitarradas no bolso. O show estava bem gostoso, e como já é de lei nas apresentações dos meninos, Pedrinho gorfou delicadamente durante a tocada de uma das cantigas, trocando bruscamente o estilo hardcore/skatepunk da banda e passando a ser goregrind/splatter. Apresentação bem elegância dos cheirosos goianienses. Gostei muito de ver.

Mais conversas com bonitos e bonitas, mais andanças e num barracãozim que situava-se dentro do local da libertinagem, eu ouvia um funk carioca frenético e alguma moças e jóvens curtindo a parada paralelamente ao rock selvagem que rolava há alguns metros dali, aliás nos intervalos dos shows algum discotequeiro de marca maior, deixava a moçada frenética
com cantigas do estilo dance music que bombou no começo e meio da década de 90. Passado isso, subia aos palcos os mineiros do Deathraizer com o seu thrash/speed metal alucinante. A negadis parecia que tinha uma maquininha nos braços para tocar riffs e passagens tão rápidas. Vi pouco do show, é verdade, muito por conta de uma mangueira que possuía algumas mangas em seu pé e que localizava-se um pouco atrás de mim. Enfim, o pouco que vi dos raparigos me impressionou muito e até me deu vontade de usar calça apertada e ter cabelos longos.


Passado alguns bons minutos de conversa ao telefone, reparei que os paulistas do MACE subiam ao palco e minha espectativa para o show dos engenheiros era a melhor possível. E
eles não me decepcionaram, com um vocal com cara de menino morador de condomínio fechado que gosta de programação de computador e um guitarra meio mescla de índio paraense com cabelos sedosos típicos de forrozeiros da nova geração do nordeste, os joviais moeram a mente da galera, com uma boa mistura de técnica, rapidez e boa postura de palco. Sonzinho chegando finése em meu escutador de rádio AM e eu até ensaiei alguns movimentos braçais durante a apresentação dos cheirosos.

Perambulei mais um pouco, bebi água que nóia desconhece e sabe aquela coisa de você gostar de uma banda, passam os anos e tu nunca se decepciona com ela, aliás, só sente mais vontade de ouvir e curtir a bagaça toda? Pois é, com o Possuído Pelo Cão é assim, sai integrante, não tocam por um bom tempo e quando reaparecem, os cabras voltam à tona cada vez mais rápidos. E a apresentação dos lyndos foi
bem isso, uma ode ao circle pit, ao hardcore, aos dircursos emocionantes do Poney, vindo de uma excelente escola de Felipe CDC e demais bacharéis renomados. Com a adesão do goxtoso Júlio nas baquetas, a banda ficou mais fast, mais lynda e digo que o show dos joviais foi algo épico, com a negadis toda plantando bananeira, surfando em prancha, círculos encapetados no Círculo e uma emocionante lembrança ao eterno Rédson, aliás, isso se deu durante todo o evento.

E eis que chegava a hora daquela raparigágem toda ganhar um ar de nostalgia, emoção e paga pauzisse, pois os américas do Conquest For Death se alongavam e passavam o sonzinho para que dentro de alguns minutos o forró do gérso começasse. Antes disso, numa encenação bem de quinta categoria, revivendo os tempos de performance teatral de ensino fundamental de escola municipal, Joaquim Extremo foi assassinado misteriosamente com um pipoco que saiu dos graves das caixas de som do palco. E após isso, amigx, nunca tinha visto ao vivo uma banda com velhotes com tanta
energia. O baixista barbudo Robert era pura energia, por vez ou outra dando mosh com seu baixo na galera, o vocal Dev e seus altos pulos que colocava Raul Gil no bolso sem nenhuma cerimônia. Público voraz, quase dei a benção para o guitarra Alex, pensando ser algum tio meu descendente indígena, o batera Zak ultrarápido, Craig e sua camiseta do Brasil toda ensopada e mais uma vez o raparigo de porte avantajado tentava pular na galera, foram várias tentativas, todas em vão novamente. Fiquei impressionado com tudo o que vi da banda e um momento bem emocionante do show foi quando Zak passou as baquetas para Júlio bailar uma cantiga com o resto do pessoal da banda. Nervosismo, euforia, emoção, meladinha na cueca com cocô mole, e esse foi um momento marcante daquela noite. Posso dizer uma coisa, vai demorar pra mim ver algo tão lyndo, tão intenso e tão rápido como foi naquela noite de sábado, com algum dos caras que mudaram os rumos do hardcore mundial. Gratificante e emociante poder ver isso de perto e conviver por algumas horas com pessoas tão humildes e atenciosas, lição para muita bandinha nova e velha que deixam o ego e o "sucesso" subir por demais as cabecinhas fechadas.

E o legado que Joaquim deixa é de que as boas ações ainda vão existir e resistir, enquanto houver pessoas como os raparigos que organizam e fortalecem a cada ano o nome Caga-Sangue. Amizade, respeito, diversão, consciência, tudo isso se mistura em rodas de hardcore, em moshes, em quedas, coisas que aos olhos de conservadores e alienados soa como algo agressivo, só que para quem vive isso é apenas uma forma de se expressar, tirar o stress do dia-a-dia. Em um mundo cada vez mais individualista, que engole os mais fracos a cada instante, resistir sem depredar, ser coerente e verdadeiro sem se vender, faz você acreditar que esse mundão ainda é possível, aliás, o seu mundo, o seu bairro, as suas amizades. Além desse show de sábado que rolou, a programação seguiu com paletras durante toda a semana, abordando temas como o aborto, mobilidade urbana, racismo e ligação entre movimentos sociais e o punk, entre outros. Lembrando que a semana termina com apresentações na sexta em Facas Lindas, sábado em Goiânia e domingão de ramos em Brasólia. E a palavra final é: Em qualquer lugar que você esteja, seja qual for o seu grau de influência nessa sociedade, tente sempre mudar o amanhã, pois o pouco seu, será muito para o próximo. Mostre para todxs que o sistema te marca sim, mas jamais te arrebanha. Beyjos e até a próxima raparigágem!

Fotos por: Nicolas Gomes

10.11.11

Bico de Corvo - Demo(2011)






Bico de Corvo é uma banda formada no final de 2009, oriunda do suburbio de Maceió-AL. O conjunto já existia antes, com o gostoso nome de Poeira e Ossos, e soltaram esse ano uma demo, com 6 sons baseados no crust sujão, mal gravado e com riffs bem legais. As letras dos bacharéis abordam temas como a pedofilia no clero, a alienação das pessoas perante o sistema e a falta de esperança de uma sociedade melhor, a intro tem um tom bem black metal, cemitério, caveira, vinho barato, pentagrama e tudo mais. E se você já não consegue mais se divertir em shows toscos por conta das fortes dores na coluna, consequência de anos e anos dando moshes em apresentaçções com público inferior â 10 pessoas, vou pssar uma simpatia finése para que tu não sinta mais essa infame dor e que não ande por aí como se fosse o corcunda de notre dame. Aqui vai: Você terá que pedir para um amigo ou amiga para que arrume uma cana caiana de sua altura. Feito isso, coloque a cana debaixo de sua cama até ela ficar com o interior de cor avermelhada. Quando isso ocorrer, peça para seu amigo ou amiga socar o pedaço de cana em suas costas de forma horizontal. A cana deverá exatamente ter que se quebrar ao meio, se isso não ocorrer, tu irá que repetir novamente a simpatia. Se a cana quebrou bem no meio, pegue elas chupe, dançando qualquer música de Roberto Leal e derramando álcool da bomba em suas costas. Pronto, nunca mais tu sentirá qualquer dor, se bem que é possível que você fique de cama ou de cadeiras por um bom tempo, mas em alguns anos isso passa e tu será uma pessoa melhor, a partir de então! Beyjos!


Myspace: Bico de Corvo(não...)

Download:
Bico de Corvo - Demo(2011)

9.11.11

Lei do Kaoz - Demo(2011)





Lei do Kaoz é uma banda formada em janeiro de 2010 em Abreu de Lima-PE. Os raparigos fazem uma mescla entre o crossover/thrash/hardcore/punk que deixa qualquer pessoas sem juízo nenhum nas pernas quando ouve o som dos engenheiros. Nesse ano de 2011, os lyndos soltaram uma demo, contendo 5 cantigas bem bailantes, capinha linda, gravação bem decente e uma cabarézagem louca em quase 15 minutos de protesto, rapidez e aquele sotaque bonito pernambucano na fita! E se você sofre com as infames e malditas dores de dente, que tanto te deixa sem beber aquela dose de 29 com os mendingos e pedintes de porta de boteco, vou aqui passar uma simpatia bem fácil de fazer para que esse male suma de uma vez por todas. Você terá que amarrar um dente de alho no dedo mindinho, do mesmo lado do dente dolorido. Fique no sereno com a boca aberta, girando o alho amarrado no dedo e cantando qualquer cantiga de Agnaldo Timóteo bem alto. Feito isso, mastigue bem o alho entre os dentes e beba com uma dose cheia de cana com jurubeba. Pronto, sua boca ficará dormente e a dor sumirá por alguns dias, se voltar a doer, dê 4 murros bem dados do lado do dente dolorido e cante alguma canção da Diana, funciona com tod@s que seguiram direito a simpatia. Beyjos e até!


Myspace: Lei do Kaoz

Download:
Lei do Kaoz - Demo(2011)

6.11.11

Exclusos & Los Zinicos - Split(2011)





Splitizinho manêro na fita, galera. De um lado os costa riquenhos do Los Zinicos, já do outro lado podre da coisa aperecem os brazucas de Cruz das Almas-BA, Exclusos. São três cantigas para cada conjunto nesse registro, Los Zinicos tirando um punk tradicional e os Exclusos, por duas vez, expondo de forma crua os problemas sociais, desigualdades, autogestão, violência policial, tudo através do anarcopunk. O som dos joviais pode-se dizer que é uma mescla de punk/hardcore/crust, com vocal sujo e sem frescuras. Se tu roleta pelas ruas de sua cidade com seu moicano seboso, com jaqueta de rebite cheio de patchs e duro de sujeira, usa aquelas calças coladas de lycra com rasgo nos joelhos, torra seu pouco dinheiro com granadinhas de catuaba, já se acostumou com aquele cheirinho característico do macuco e gosta de se envolver com rapariga fedida residente de terminais rodoviários, esse registro é pra tu, morador residente de praças públicas e bocas de lobo sem tampa! Beyjos.


Myspace: Exclusos

Download:
Exclusos & Los Zinicos - Split(2011)

2.11.11

Cidade Cemitério(2011)





Cidade Cemitério é um conjunto noviço oriundo de Brasília-DF. A cabarézagem reúne nomes carimbados da cena candanga, como o gostoso dos cambito fino Poney nas guitarradas(cantador do grupo Violator e Possuído Pelo Cão, Ameaça Cigana...), Manga que é batera do Gracias Por Nada e fazedor de tatuagem "vida lôca" em braços de joviais perdid@s, nos vocais, July no baixo e Daniel nos batuques completam o quarteto infame do planalto central. Esses cheirosos liberaram 5 cantigas desse novo projeto, bem aos moldes punk/hardcore oitentista, do naipe de Black Flag e Bad Brains. Posso dizer que a banda é lynda, pois vi uma elegante apresentação dos bacharéis num dos redutos mais sem classe aqui da cidade, o Capim Pub, e recomendo que tod@s @s infelizes que passeiam por aqui, ouçam esse registro, com pouco mais de 8 minutólas. E você, lynd@, que se caga tod@ quando passa em frente de cemitérios, não vai em velórios, se urina tod@ quando ver um defunto, vou passar uma simpatia adquirida nos terreiros de Mãe Abilolada de Oxóssi que é égua, é seguir os passos e ter mais coragem nessa tosca vida. É o seguinte, tu irá precisar de papel, lápis, caixa de fósforo e fezes de gado. Desenhe 3 caveiras, 2 caixões, 1 casa e 5 logos do Twisted Sister, Dobre em quarto partes a respectiva folha, enterre perto de um pé de buriti e deixe lá por uma semana. Desenterre a folha no período danoite, leve consigo a caixa de fósforo e as fezes, queime a folha e esfregue em seu corpo todo o cocô adquirido, rodopie aos moldes de danças ciganas e grite bem alto: "Papai, papai, me livrei desse maldito medo, agora não me mijo, nem à noite, nem cedo.". Pronto, é esperar os bonitos resultados posteriores e você poderá voltar tranquil@, cagad@ e bêbad@, nas madrugas dos shows e rolês. Beyjos!


Myspace: Cidade Cemitério(não...)

Download:
Cidade Cemitério(2011)